Competências através da escrita!


Você já parou para pensar que não consegue escrever e conversar ao mesmo tempo? Isto se deve ao fato de que, para se escrever, é preciso raciocinar, entender e ver o que se escreve, afinal cada letra ou palavra é produto do pensamento, de um ato pensado e inteligente. Trata-se de um processo escritural e que exige concentração.

Porém, as letras e traços que utilizamos para escrever um texto, por exemplo, não são uma criação voluntária nem individual. Dizem respeito a um conjunto de símbolos – ao escrevermos, estamos reproduzindo sinais que nos foram ensinados. Quando fomos alfabetizados, lá no jardim de infância, aprendemos aquela escrita “caligráfica’, do professor primário. Porém, à medida que crescemos, amadurecemos e evoluímos, nossa escrita também vai sendo transformada e vai evoluindo. Vamos nos individualizando e personalizando, e com a escrita não é diferente. Esta também vai adquirindo formas próprias e se individualizando.

E isso é simples de se observar. Reúna um grupo de crianças e peça-as para escreverem algumas linhas. Você vai observar, naturalmente, determinados tremores. Mas, mesmo sendo comum tais traços tremidos e vacilantes – afinal elas ainda não têm o controle da motricidade fina e, por isso, têm dificuldade na sustentação da caneta – , pode-se comprovar que cada uma delas, ao longo da aprendizagem da escrita, já começa a imprimir seus traços próprios, ou seja, determinadas modificações pessoais que permitirão ao professor reconhecer facilmente cada aluno pela letra.

Essas modificações do modelo original e caligráfico são verdadeiros gestos inconscientes de expressão projetiva e que vão refletir a personalidade de quem escreve. Cada traço diferente que aparece num texto vai revelar sinais daquela personalidade. E são estes sinais individuais que vão diferenciar entre si todas as pessoas do planeta. Assim como não existem duas impressões digitais iguais (cada um tem a sua), também não existem duas grafias iguais.

Experimente: peça a um grupo de 5 ou 6 pessoas que você conhece para escreverem um pequeno texto de 3 linhas num pedaço de papel, sem assinar. Você será capaz de identificar cada uma delas? Sim, será, porque não existem duas grafias iguais – cada pessoa traz em sua escrita indicadores de um conjunto de atitudes, habilidades e comportamentos.

A caligrafia é a escrita da mente; a mão apenas segura a pena e obedece ao comando do cérebro. Quando começamos a redigir um texto, estamos sendo comandados pelo nosso consciente – e, por isso, existe uma preocupação maior com a arrumação e apresentação do texto no papel.

À medida que vamos nos envolvendo com o texto, o nosso consciente tende a ir relaxando e começamos, então, a sermos comandados pelo nosso inconsciente. Por consequência, todos os nossos flutuantes estados de espírito são inconscientemente impressos na escrita, revelando nossas características mais particulares – aquelas que vão nos diferenciar das outras pessoas.

Nesse sentido, torna-se possível verificar uma infinidade de características através da escrita. Por ela, podemos observar sua capacidade laboral, ou seja,  a maneira como ela trabalha: sinais de inteligência e originalidade de idéias; se a pessoa tem planejamento e organização em suas tarefas; se tem boa memória ou não, e indícios de perseverança e ambição também são visíveis.

Nas questões sociais, é possível analisar a maneira como ela se relaciona com os que estão à sua volta: se respeita o espaço alheio ou não; podemos observar quando a pessoa é intuitiva; se é realista ou sonhadora; se ela busca os relacionamentos ou se afasta-se dos demais, e se é confiante ou desconfiada, etc.

Traços de caráter também são visíveis na escrita, mas é importante ressaltar que não é possível vermos sinais de honestidade pela grafologia, afinal não podemos prever que circunstâncias podem levar um indivíduo a um ato de desonestidade. Pode-se avaliar muitas características, mas não se faz previsão através dela.

Você deve saber que todo indivíduo tem suas preferências de estilo. Algumas pessoas são convencionais por natureza, daí sua escrita manter-se fiel ao modelo caligráfico. Outras se distanciam do convencionalismo e agem de acordo com seus desejos – neste caso, sua caligrafia vai refletir estes impulsos e apresentará maior quantidade de traços originais. Tais traços originais podem referir-se a pessoas com maior nível de criatividade.

Pessoas mais expansivas tendem a ter gestos mais largos e espírito mais aberto – provavelmente sua letra será de dimensão grande, ao passo que letras de dimensão pequena podem estar revelando uma personalidade mais reservada e cautelosa. Indivíduos organizados geralmente têm a redação clara, ordenada e o texto bem enquadrado, respeitando as margens do papel.

Curvas e ângulos também são indicadores de comportamentos particulares. Indivíduos mais dóceis, gentis e sociáveis tendem a uma escrita com mais curvas, ou seja, traços mais redondos, enquanto os ângulos (pontas) vão sinalizar indivíduos com maior vontade própria, energia, coragem e firmeza.

Pode-se também analisar características de acordo com a inclinação das letras. Aquelas que formam com a linha de base um ângulo mais ou menos agudo à direita (escrita inclinada) indicam um temperamento mais sensível, onde a emotividade e a afetividade podem levar vantagem sobre a razão. Num movimento oposto, a inclinação à esquerda pode revelar uma atitude mais defensiva, com tendência ao recolhimento.

Dessa forma, os traços de personalidade e caráter vão se manifestando na letra e, então, torna-se possível identificar, em cada um de nós, habilidades e competências para a realização das mais diversas atividades.

Luciana Boschi |  publicado em http://www.qualidadebrasil.com.br  | 21/08/2009

A escrita pode indicar seu sucesso profissional

A forma particular que um indivíduo dá a determinada letra do alfabeto tem origem em diversos fatores físicos e emocionais. Por isso, cada pessoa tem seu  estilo  de escrita e, diante de uma mesma tarefa, irá organizar a situação a seu modo.

Mapear o perfil de uma pessoa pela sua letra significa saber como ela é e ter um razoável prognóstico de suas formas de agir, pensar e sentir, visando aliar ao local de trabalho o alcance de resultados e, assim, colocar em prática seus talentos e qualidades de forma mais eficaz.

Neste sentido, sua análise nos permitirá observar suas habilidades e competências, buscando identificar em qual profissão ela poderá ter mais sucesso. Abaixo a redação de uma estudante de Direito, insatisfeita com o curso.

A escrita pode indicar seu sucesso profissional

Introspectiva em relação ao presente e futuro, comporta-se de forma reservada e séria, com dificuldades em confiar nas pessoas e ser direta com críticas. Defensiva e conservadora, necessita de aprovação alheia e, pode, no decorrer, sentir dificuldades em lidar com seus pontos fracos.

Disciplinada e observadora, lida bem com regras e autoridades, procurando seguir as ordens para que nada fuja do controle. Responsável e sistemática, trabalha com organização e planejamento,refletindo antes de partir para ação.

Detalhista e com boa concentração, cumpre seus compromissos e trabalha com consistência, preferindo atividades que sigam agenda pré-estabelecida e atividades rotineiras, denotando, assim, escassa criatividade.

É produtiva e trabalhadora, podendo fazer várias coisas ao mesmo tempo. Tem bom potencial de energia e sabe aproveitar as oportunidades que surgem, mostrando-se capaz de organizar fatos e operações com antecedência, mas em ritmo moderado. Valoriza as atividades previamente organizadas, com estruturas e horários, evitando as de risco e desafios. Confia em suas experiências pessoais e as decisões são baseadas em referências pessoais.

Pragmática e realista, opta por trabalhos que lhe tragam segurança e estabilidade. Com foco na tarefa, trabalha melhor em situações onde tenha que seguir procedimentos e normas, já que demonstra pouca flexibilidade e jogo de cintura para lidar com situações imprevistas.

Levando em conta estas características, concluimos que esta estudante poderá encontrar maior- satisfação e interesse em funções administrativas  e de controle, ou seja, carreiras em que possa colocar em prática sua concentração, análise lógica e habilidade para organizar e planejar. Para o seu sucesso profissional, atuará com maior eficácia em campos que requeiram disciplina, método, atenção e reflexão.

Os traços da liderança

Podemos conceituar liderança como a capacidade de influenciar e catalisar os esforços grupais a fim de atingir ou superar os objetivos organizacionais, estabelecendo um clima motivador, formando parcerias e estimulando o desenvolvimento da equipe.

Para que o líder consiga desempenhar seu papel com eficácia, é necessário que ele reúna determinadas habilidades e competências como bom relacionamento interpessoal, boa capacidade de comunicação e flexibilidade para lidar com conflitos e situações adversas.

A análise da escrita – conhecida como grafologia – pode ser considerada uma ferramenta de suma importância para a identificação de traços de personalidade e caráter, pois dar uma folha de papel a uma pessoa é como lhe dar um universo. E agora vamos estudar a forma como ela se manifesta dentro desse universo.

Exemplo de escrita

Escrita do diretor de uma grande companhia nacional, com 45 anos de idade

No exemplo, podemos observar que a escrita do diretor é firme, organizada e limpa. Isso significa que ele é uma pessoa que denota clareza de ideias e possui boa capacidade de organização do pensamento.

Sendo uma escrita legível, sua comunicação é transparente e assertiva, pois seus traços são breves, leves, sem floreios ou traços desnecessários. O diretor não gosta de perder tempo com supérfluos e prefere ir direto ao assunto, de forma prática e objetiva.

Sua aptidão para formar vínculos espontâneos com equilíbrio, moderação de sentimentos e espírito de cooperação pode ser notada pela leve inclinação de suas hastes à direita. Quando inclinamos nossa escrita à direita, significa que nos “inclinamos” na direção daquilo que nos desperta interesse, ou seja, vamos de encontro aos nossos objetivos.

Para identificar a capacidade de se relacionar de forma sadia e respeitosa, levamos em conta o espaço que existe entre palavras e linhas. O espaçamento regular e equilibrado indica habilidade para interagir e conviver adequadamente com as demais pessoas, em todos os níveis da organização, por meio de relações cordiais, empáticas e profissionais.

As margens também se referem à maneira como nos relacionamos com o mundo à nossa volta. Sua regularidade na margem esquerda se refere à atitude correta no comportamento, bom-senso e respeito aos demais. Pode sinalizar ainda boa capacidade para solucionar problemas de curto prazo.

Sendo uma escrita angulosa, pode-se dizer que essa pessoa é firme em suas decisões, demonstrando disciplina, praticidade e independência. Esses traços podem, entretanto, sinalizar certa intransigência na aceitação de novas opiniões e pontos de vista.

Por outro lado, essa escrita apresenta uma ligeira sinuosidade em suas linhas, o que sugere jogo de cintura e flexibilidade para se adaptar a novas situações, lidar com conflitos e contornar obstáculos. Essa habilidade pode servir como ponto de equilíbrio para sua pouca desenvoltura em acatar opiniões diferentes das suas.

Sua disposição para a tomada de decisão está representada também no ritmo pausado de seus traços, que lhe permitem agir com reflexão, sobriedade e sensatez. A velocidade pausada também indica presença de ânimo e necessidade de intervir nos fatos, com boa capacidade de levar adiante suas tarefas.

Por fim, a combinação de aspectos como ângulos, inclinação, firmeza e bom espaçamento de texto sugere um profissional com foco em resultados. Concentrar-se no resultado desejado de seu trabalho, estabelecer objetivos desafiadores e reunir esforços para atingi-los ou superá-los são medidas fundamentais para o profissional que visa resultados, pois busca o caminho mais eficiente.

A chave da Personalidade

Você já parou para pensar que não consegue escrever e conversar ao mesmo tempo? Isto se deve ao fato de que, para escrever, é preciso raciocinar, entender e ver o que se escreve, afinal cada letra ou palavra é produto do pensamento, de um ato pensado e inteligente. Trata-se de um processo escritural e que exige concentração.

Grafologia: A chave para a personalidade


Porém, as letras e traços que utilizamos para escrever um texto, por exemplo, não são uma criação voluntária nem individual. Dizem respeito a um conjunto de símbolos – ao escrevermos, estamos reproduzindo sinais que nos foram ensinados. Quando fomos alfabetizados, lá no jardim de infância, aprendemos aquela escrita “caligráfica’, do professor primário. Porém, à medida que crescemos, amadurecemos e evoluímos, nossa escrita também vai sendo transformada e vai evoluindo. Vamos nos individualizando e personalizando, e com a escrita não é diferente. Esta também vai adquirindo formas próprias e se individualizando.

 E isso é simples de se observar. Reúna um grupo de crianças e peça-as para escreverem algumas linhas. Você vai observar, naturalmente, determinados tremores. Mas, mesmo sendo comum tais traços tremidos e vacilantes – afinal elas ainda não têm o controle da motricidade fina e, por isso, têm dificuldade na sustentação da caneta – , pode-se comprovar que cada uma delas, ao longo da aprendizagem da escrita, já começa a imprimir seus traços próprios, ou seja, determinadas modificações pessoais que permitirão ao professor reconhecer facilmente cada aluno pela letra.

 Essas modificações do modelo original e caligráfico são verdadeiros gestos inconscientes de expressão projetiva e que vão refletir a personalidade de quem escreve. Cada traço diferente que aparece num texto vai revelar sinais daquela personalidade. E são estes sinais individuais que vão diferenciar entre si todas as pessoas do planeta. Assim como não existem duas impressões digitais iguais (cada um tem a sua), também não existem duas grafias iguais.

Experimente: peça a um grupo de 5 ou 6 pessoas que você conhece para escrever um pequeno texto de 3 linhas num pedaço de papel, sem assinar. Você será capaz de identificar cada uma delas? Sim, será, porque não existem duas grafias iguais – cada pessoa traz em sua escrita indicadores de um conjunto de atitudes, habilidades e comportamentos.

A caligrafia é a escrita da mente; a mão apenas segura a pena e obedece ao comando do cérebro. Quando começamos a redigir um texto, estamos sendo comandados pelo nosso consciente – e, por isso, existe uma preocupação maior com a arrumação e apresentação do texto no papel. À medida que vamos nos envolvendo com o texto, o nosso consciente tende a ir relaxando e começamos, então, a ser comandados pelo nosso inconsciente. Por conseqüência, todos os nossos flutuantes estados de espírito são inconscientemente impressos na escrita, revelando nossas características mais particulares – aquelas que vão nos diferenciar das outras pessoas.

 Nesse sentido, torna-se possível verificar uma infinidade de características através da escrita. Por ela, podemos observar sua capacidade laboral, ou seja, a maneira como ela trabalha: sinais de inteligência e originalidade de idéias; se a pessoa tem planejamento e organização em suas tarefas; se tem boa memória ou não, e indícios de perseverança e ambição também são visíveis.

 Nas questões sociais, é possível analisar a maneira como ela se relaciona com os que estão à sua volta: se respeita o espaço alheio ou não; podemos observar quando a pessoa é intuitiva; se é realista ou sonhadora; se ela busca os relacionamentos ou se afasta-se dos demais, e se é confiante ou desconfiada, etc.

 Traços de caráter também são visíveis na escrita, mas é importante ressaltar que não é possível vermos sinais de honestidade pela grafologia, afinal não podemos prever que circunstâncias podem levar um indivíduo a um ato de desonestidade. Pode-se avaliar muitas características, mas não se faz previsão através dela.

 Você deve saber que todo indivíduo tem suas preferências de estilo. Algumas pessoas são convencionais por natureza, daí sua escrita manter-se fiel ao modelo caligráfico. Outras se distanciam do convencionalismo e agem de acordo com seus desejos – neste caso, sua caligrafia vai refletir estes impulsos e apresentará maior quantidade de traços originais. Tais traços originais podem referir-se a pessoas com maior nível de criatividade.

 Pessoas mais expansivas tendem a ter gestos mais largos e espírito mais aberto – provavelmente sua letra será de dimensão grande, ao passo que letras de dimensão pequena podem estar revelando uma personalidade mais reservada e cautelosa. Indivíduos organizados geralmente têm a redação clara, ordenada e o texto bem enquadrado, respeitando as margens do papel.

Curvas e ângulos também são indicadores de comportamentos particulares. Indivíduos mais dóceis, gentis e sociáveis tendem a uma escrita com mais curvas, ou seja, traços mais redondos, enquanto os ângulos (pontas) vão sinalizar indivíduos com maior vontade própria, energia, coragem e firmeza.

 Pode-se também analisar características de acordo com a inclinação das letras. Aquelas que formam com a linha de base um ângulo mais ou menos agudo à direita (escrita inclinada) indicam um temperamento mais sensível, onde a emotividade e a afetividade podem levar vantagem sobre a razão. Num movimento oposto, a inclinação à esquerda pode revelar uma atitude mais defensiva, com tendência ao recolhimento.

Dessa forma, os traços de personalidade e caráter vão se manifestando na letra e, então, torna-se possível identificar, em cada um de nós, habilidades e competências para a realização das mais diversas atividades.

 Além dos já citados, existe mais uma infinidade de outros aspectos a serem analisados numa redação, mas cabe a ressalva de que o que vai nos dar o laudo final é a análise do contexto geral. O grafólogo experiente sabe que não podemos tirar nenhuma conclusão prévia sem estudarmos todo o ambiente gráfico. Os aspectos a serem considerados podem ter maior ou menor peso, dependendo de outros sinais que podem estar presentes, como por exemplo, pingos nos  ii  e barras nos  tt .

 O primeiro é identificado como o sinal que reflete o comportamento da atenção, o equilíbrio do pensamento em presença de uma obrigação e a precisão e exatidão nos julgamentos e observação. Assim, uma pontuação alta pode significar idealismo e sensibilidade, ao passo que os pingos baixos podem indicar idéias práticas ou obediência. Sua exatidão indicará ordem e minúcia, e os que tiverem forma de círculo revelarão vaidade de espírito.

 A letra  T  é universalmente conhecida como a que reflete a vontade. Como o gesto gráfico, neste caso, percorre duas direções, o traço vertical (haste) mede a afirmação pessoal e o horizontal (barra) revela a potência realizadora da vontade.  Assim, a análise é feita numa comparação entre os dois traços. Barras curtas e retas indicam energia e produtividade, enquanto as longas podem estar sinalizando mais desejos do que recursos para concretização dos projetos. Barras altas tendem ao autoritarismo, enquanto as baixas indicam submissão. Se ligadas à letra seguinte será sinal de continuidade e vivacidade das idéias.

 Devemos estar atentos ainda às linhas, se sobem ou descem de direção, à pressão da caneta no papel, à velocidade do traçado, à continuidade entre as letras e, por fim, à assinatura. A análise desta última é fundamental para a composição do perfil analisado, pois é ela quem vai legitimar, ou não, o que foi dito acima.

 O texto em si refere-se ao comportamento social da pessoa, enquanto a assinatura trata do comportamento íntimo. Portanto, a análise desta relação texto  assinatura torna-se decisiva a para o resultado final de um parecer grafológico.

Orgulho ou Vaidade?

VAIDADE: é o desejo de atrair a atenção e admiração das outras pessoas.

A vaidade, sorrateiramente, está quase sempre presente dentro de nós. Como o que diferencia o remédio do veneno é a dose, a vaidade, em grau moderado, leva o sujeito a buscar melhoria e aperfeiçoamento de si mesmo. Porém, em grau elevado, ele se auto-valoriza e se torna amante de si mesmo, numa necessidade de admiração pelos outros.

Decorrente do orgulho, este sentimento leva a pessoa a um esforço em realçar dotes físicos, culturais ou sociais com notória antipatia provocada aos demais. Este quadro reflete, quase sempre, uma deformação de colocação do indivíduo, que, sem perceber, vive desempenhando um personagem que escolheu.

Em sua dose mais elevada, a vaidade pode conduzir a bloqueios de sentimento e desencadear dificuldades na capacidade de se auto-analisar, não aceitando suas possíveis falhas ou erros, culpando a sorte, a infelicidade ou o azar.

noname (9)

Observe sua letra e identifique qual o seu Pecado Capital (LUXÚRIA)

LUXÚRIA: (do latim luxuriae) é o desejo passional e egoísta por todo o prazer sensual e material.

A pessoa governada pela luxúria, em geral, tem caráter jovial e apaixonado. Sociável e impulsivo, quer a felicidade de todos, não guardar mágoas e faz muitas amizades, mas todas superficiais. Tem bom coração e, por isso, não consegue entregá-lo a uma só pessoa.

Valoriza a natureza, preza relações livres de compromisso e se adapta facilmente a qualquer ambiente. Deslumbrado e expansivo, necessita de holofotes e um auditório atento às suas conquistas e proezas.

Com boa memória e imaginação, é rápido na ação e ágil nas ideias. Entusiasta e otimista, é dinâmico e empreendedor, mas, sendo eufórico, tende a perder o interesse, se mostrando pocuo constante nos fins. noname (2)Em geral, dá-se bem em áreas como Direito, Jornalismo, Educação e Marketing.