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☑Atendimento Psicológico Online

▪Em tempos de Covid-19, disponibilizamos este serviço para quadros de:

✔Ansiedade

✔Depressão

✔Síndrome do Pânico

✔Outros…

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Rua Buenos Aires, 93 / Grupo 215 – Centro/RJ (Metrô Uruguaiana)

Setembro Amarelo: Consultoria aborda o tema em oficina

Com o objetivo levar informações e debater os transtornos  mentais de quem sofre depressão, a Dom Graphein Consultoria oferece no dia 03 de setembro uma oficina gratuita para tratar do assunto e é direcionada tanto para profissionais como para o público em geral, garante Luciana Boschi, diretora da consultoria, que tem formação em Psicologia e especialização em Grafologia.

Para Luciana Boschi, a Grafologia surgiu como um facilitador no trabalho de diagnóstico. Isso porque é uma ferramenta de fácil aplicação. “O método permite identificar tanto características de personalidade e caráter, como indicadores de doenças, uso de drogas e alcoolismo, explica.

Existem alguns testes e questionários que apontam o dedo para o distúrbio, mas só uma avaliação apurada do médico, que incluirá histórico do paciente e da sua família, bem como alguns exames, poderá confirmar a depressão. A condição, aliás, muitas vezes está associada a outros transtornos psiquiátricos. A depressão também é classificada de acordo com a sua intensidade — leve, moderada ou grave.

Neste sentido, portanto, este evento se propõe a apresentar sinais gráficos que podem sugerir tendência ao abatimento, desânimo e angústia, mas jamais poderá substituir o diagnóstico médico.

A participação no encontro será gratuita, mas a colaboração de 1 kg de alimento não perecível será bem vinda e encaminhada para instituições de caridade do Rio de Janeiro e Niterói. As inscrições devem ser realizadas pelo email cursos@domgraphein.com.

O local da palestra será na sede da Dom Graphein às 18:30h, que fica na Rua Buenos Aires, nº 93 /215, no Centro do Rio de Janeiro (Metrô Uruguaiana).

Angústia, abatimento e outros males vistos na grafia

Considerada o “mal do século”, a depressão é um distúrbio afetivo que acompanha a humanidade ao longo de sua história. Pessoas que sofrem com estes distúrbios apresentam uma tristeza profunda, perda de interesse generalizado, falta de ânimo, de apetite, ausência de prazer e oscilações de humor que podem culminar em pensamentos suicidas.

Tida como a quarta principal causa de incapacitação, segundo a Organização Mundial da Saúde, esse transtorno psiquiátrico atinge atinge mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades no mundo.

Este desânimo sem fim promove não apenas uma sensação de infelicidade crônica, mas incita alterações fisiológicas, como baixas no sistema imune e o aumento de processos inflamatórios. Por isso, já figura como um fator de risco para condições como as doenças cardiovasculares.

A depressão está bastante relacionada ao suicídio. Contudo, nem todas as pessoas que apresentam um transtorno depressivo têm o risco de cometer suicídio. Entre os principais sintomas, podemos citar grande cansaço, irritabilidade, angústia, ansiedade, baixa autoestima, insônia, falta de interesse e pessimismo, dificuldade de concentração e até problemas ou disfunções sexuais.

PS: Existem alguns testes e questionários que apontam o dedo para o distúrbio, mas só uma avaliação apurada do médico, que incluirá histórico do paciente e da sua família, bem como alguns exames, poderá confirmar a depressão. A condição, aliás, muitas vezes está associada a outros transtornos psiquiátricos. A depressão também é classificada de acordo com a sua intensidade — leve, moderada ou grave.

Neste sentido, portanto, este artigo se propõe a apresentar sinais gráficos que podem sugerir tendência ao abatimento, desânimo e angústia, mas jamais poderá substituir o diagnóstico médico.

Em abril de 1994, Kurt Cobain foi encontrado morto vítima de um ferimento na cabeça. As circunstâncias de sua morte aos 27 anos tornou-se tema de fascínio e debate público.

A dificuldade em lidar com a fama e imagem pública fica visível nos borrões e retoques da carta. O texto apresenta muitas rasuras que podem indicar insegurança e dificuldade de ir adiante: a pessoa toma decisão e volta atrás, dá o passo e se arrepende, ficando com a sensação de que poderia ter feito a coisa de outra maneira.

A falta de coesão entre as letras aponta certa dificuldade em formar conexões emocionais saudáveis. A desigualdade no tamanho das letras indica emoção muito visível e pouco controle emocional. Em sua casa, ele não viveu o afeto que precisava, daí sua tendência a se desconectar no terreno afetivo.

A desigualdade de espaçamento entre letras e linhas podem reforçar esta hipótese, pois sinalizam comportamentos instáveis e oscilantes, que ora se afastam, ora se aproximam das pessoas à sua volta.

O padrão tipográfico é uma repetição dos caracteres de imprensa, ou seja, a pessoa evita revelar suas emoções; é como se usasse uma máscara para o mundo.

O modelo simplificado de escrita sugere pessoa prática e objetiva, que gosta de ir direto ao ponto. Demonstra capacidade de analisar e sintetizar, sem deixar de ser analítico. Busca o desempenho máximo com o mínimo de esforço.

Suas linhas sinuosas sugerem grande flexibilidade e capacidade de adaptação para lidar com situações adversas. Denota senso de oportunidade, mas também pode indicar falta de um critério maduro para canalizar sua própria vida.

Escritas pequenas sinalizam certa dificuldade para manifestar suas idéias. Este esforço excessivo de atenção em tudo o que ele faz pode levar ao esgotamento físico e psíquico. Este quadro pode desencadear aqui um quadro de insônia.

A desorganização geral do ambiente gráfico sugere traços de angústia e desordem interna. As variações de alinhamento indicam alterações de ânimo e humor. Os tremores e torções sinalizam sua luta contra depressão e dependência de heroína, durante seus últimos anos de vida.

As margens do texto tratam da forma como lidamos os limites sociais. Uma caraterística comum nos suicidas é a tendência a ocupar todo o papel, já que não precisam manter esses limites, pois acreditam que estão de partida.